quinta-feira, 31 de março de 2011

A história que Pedro nunca contou

Autor: Jasmim Serena

Data: 26/06/2010 14:55:48

 

 

Nunca antes tinha revelado esta história para ninguém, guardei-a comigo durante anos. Não porque sinta vergonha, ou seja algo proibido, não de certa forma, muito em função e consideração de um participante . Recentemente fazendo um tour pela internet deparei-me com este site, e lendo alguns contos identifiquei os personagens sendo expostos pelo protagonista maior da minha história.

 

Pensei então que não estaria invadindo suas privacidades e nem os desrespeitando. Muito menos ao protagonista, que expunha a todos com desenvoltura.

 

A história aconteceu nos finais dos anos 60, maravilhosos anos 60. Eu contava nesta época com 24 anos, recentemente separada, casei muito nova, só queria saber de curtir a vida. Experimentar todos os prazeres que fossem possíveis e porque não dizer os impossíveis também.

 

Uma amiga que conheci através de outra amiga que morava em minha cidade convidou-me a passar uma temporada em sua casa no Rio de Janeiro. Seu nome Deise.

 

Sabia que Deise mantinha uma relação homossexual e isto me atraiu, mesmo não gostando de mulher, queria experimentar tudo da vida. Ela também confessou-me que sua amante não era ciumenta, desde que soubesse de tudo ou participasse.

 

Meio na louca parti para o Rio, para uma estada de 3 dias. 3 dias que eu esperava serem inesquecíveis, e foram!

 

Apesar de querer viver todas as experiências possíveis, eu já, mesmo aos 24 anos, carregava uma bagagem considerável de conhecimento em termos sexuais.

 

Eu e meu ex. marido, tarado por sinal, fazíamos o que desse vontade um com o outro. Fui introduzida por ele mesmo, a seu pedido, na arte da inversão. O que me faltava, somente, era estar com mulher. Sendo esta motivação de aceitar o convite de Deise.

 

Deise era mais velha que eu uns 10 anos, mas mantinha-se com todo o sabor de uma mulher atraente, uma bunda levemente proeminente, pernas normais, olhos castanhos, grandes e brilhosos e cabelos castanhos claros compridos quase chegando a cintura, sem pintura mais bem tratada e cheirosa, era uma mulher bonita com seios que chamavam atenção.

 

Cheguei numa quinta-feira à tarde, Deise me aguardava com vestido floral, cabelos soltos e um perfume inebriante. Nos abraçamos, trocamos beijinhos na face, ofereceu o sofá, e levando minha maleta para o quarto de hóspedes ofereceu-me algo para beber.

 

Estava um calor sufocante, tinha uma casa simples mas de muito bom gosto, mas não tinha ar-condicionado. Aceitei uma cerveja gelada.

 

Ela sentou-se e começamos a conversar, falar da amiga em comum, falei pelo o que eu estava passando, ela confidenciou-me algum de seus fardos e prazeres, e assim fomos, conversando e bebendo.

 

Disse que sua amante em breve iria juntar-se a nós, pedi para tomar um banho, estava muito acalorada, ela gentilmente ofereceu-me toalhas macias e sugeriu que eu me colocasse à vontade. Que usasse um vestido, e ficasse mesmo super à vontade.

 

E foi o que fiz, após o banho, vesti um vestidinho curto bem leve, e nada de calcinhas e sutiãs.

 

Nesta época não tinha seios mais firmes e lindos que os meus. Percebi que Deise os olhava com curiosidade e gula. Perguntei se queria vê-los, ela logo esboçou um lindo sorriso e assentiu com a cabeça. Quando ia tirá-los, a porta se abriu.

 

Entraram uma mulher e um rapaz, que logo fui apresentada. Era Juliana a amante de Deise e seu sobrinho.

 

Eu era louca, mas alucinada por rapazinho. Ele deveria ter somente uns 18 anos, ombros largos, alto para a idade, quase 1,80, e trajada camiseta e bermuda brancas. A principio pareceu-me que sua bermuda estava apertada, mas um olhar mais atento percebi que eram suas partes íntimas que apertavam-se contra ela. Seu nome Pedro Ricardo.

 

Confesso que não mais tirei o olhos daquele monumento das delícias, ele percebeu. Todas perceberam. Fiquei envergonhada com isto e nenhum deles pareceu incomodar-se, relaxei.

 

Daí ficamos os quatro conversando, Pedro também conversava, mas parecia um pouco impaciente. Percebi que carregava no bolso da bermuda uma revistinha, fiquei muito curiosa. Ele percebeu, enfiou-a para dentro do bolso.

 

Em dado momento, depois de muita cerveja, risos, Pedro, chamou a tia para a cozinha. Tia? Fiquei cabreira com aquilo, sobrinho e tia na casa da amante da tia? Achei estranho, mas a cerveja já não me dava margens a raciocinar muito.

 

Enquanto os dois mantinham-se em secretas confidências na cozinha, pois sussurravam, Deise percebendo minha estranheza com a situação, falou-me por alto que o sobrinho de Juliana, já não era um rapazinho tão inocente, e que tinha estado com ela, bem como sua tia.

 

Confesso que já tinha feito muita coisa ousada, mas sobrinho transando com a tia e a amante da tia, aquilo me pegou de surpresa. Mas como disse antes a cerveja não deixava margens a muitos pudores.

 

Pedro voltou só da cozinha, olhou para Deise que assentiu com a cabeça, e sentou-se perto de mim. Sua Tia meio descabelada passou por nós e foi para o quarto de Deise que a seguiu, e eu seguindo-as com o olhar de forma curiosa, já antevendo o que rolaria.

 

Quando virei-me para Pedro, este de surpresa lascou-me um beijo. Segurando meu rosto com suas duas mãos achando que eu poderia me furtar de ser beijada. Tolinho. Não me fiz de rogada, além de corresponder, peguei no seu garoto que vinha em riste desde a cozinha e deslizei minha mão sobre eles.

 

Pedro soltou um leve gemido e empinou seu rebelde para o meu lado, levou uma mão no meio das minhas pernas e começou a bolinar meu grelo. Molhei geral, ele percebeu, tentou enfiar um dedo nela, não permiti.

 

Enquanto isto sons abafados vinham do quarto, gemidos, grunhidos, as duas se pegavam.

 

Pedro, com a impaciência dos adolescentes me forçou a ficar de quatro, expondo meu íntimo na sua cara.

 

Com gula, começou a me lamber, passava aquela língua grande que babava e queimava meus orifícios, lambia de trás para frente, de frente para trás, melava tudo. Eu empinava que nem égua arisca. Levantou-se e soltou seu vergalhão introduzindo-o na minha boca. Nossa, naquela idade nunca imaginei que poderia ter uma piroca tão grande, na faixa dos 17 cm, além de grossa. Abocanhei com vontade, cuspi na cabeça.

 

Enquanto isto ele mantinha suas mãos na minha xota, bolinando, apertando o grelo, esfregando ela. Comecei a engolir devagarinho, mamando cada pedacinho daquele delicioso membro.

 

Ele enlouquecido, aumentava os movimentos de vai e vem, minha xana estava em chamas. Ele sentiu, montou em mim, e feito cachorrão me fodeu.

 

Eu que nem cadela no cio, babava, mexia de todo jeito, ainda meio encabulada por estar na casa de estranhos e naquela posição, gozei loucamente mas silenciosamente. Pedro sentiu que eu gozava, deu tapinhas de leve na minha bunda e continuou metendo até que minha buça parasse de morder seu pau.

 

Fiz menção de me esborrachar no sofá, ele não deixou, ainda não tinha gozado. Começou a mamar meu cu freneticamente, lambia, mamava, enfiava a língua, apesar de ter gozado muito, aquilo foi me acendendo novamente, colaborava rebolando na sua língua, colocou um dedinho, dois e foi socando ao mesmo tempo que lambia, laceando mais as pregas, com a outra mão esfregava minha buceta. Tirei sua mão dela pois estava sensível naquele momento.

 

De repente tirou os dedos, segurou meus quadris com força com medo que eu me esquivasse, e falou para eu agüentar calada que iria enterrar agora. Apavorei. Não era nenhuma virgenzinha nesta parte, mas não tinha levado um destes antes. Protestei baixinho, ele me deu um tapa no traseiro, foi espremendo nas mãos as carnes da minha bunda, arreganhando ela por completo, tentei fugir, ele era forte, mãos grandes e firmes, senti outro tapa, e foi entrando, a medida que entrava me batia, e falava: -Agüenta calada aí pra não apanhar mais. Fui gostando, relaxando, com o caralho por completo no meu rabo dando estocadas, a principio devagar num vai e vem gostoso, de repente sinto seu pau crescer no meu recôndito, à medida que cresce, aumentam suas estocadas, num frenesi louco, ele retira e goza nas minhas costas, bunda, me mela toda, ainda bem que estava nua em pelo.

 

Amorosamente, ele me faz sentar em seu colo e me beija. Beijo doce, boca macia, rosto imberbe. Estava nas nuvens. E enquanto me beijava, acariciava meus seios, com muita gentileza. Lânguida, inebriada, mal percebi que as duas mulheres estavam na sala e olhava-nos com ternura.

 

Juliana chegou perto de Pedro passou as mãos nos seus cabelos e disse: - Este é Pedrinho, nosso homenzinho, que nos dá orgulho e prazer. Deise juntou-se também, ajoelhando a seus pés e começou a sugá-lo. Seu pau ainda estava melado de nossos líquidos, e ela o banhava com sua língua. Juliana debruçou-se sobre ele e começou a beijar sua boca.

 

Fiquei ali, com um misto de vergonha e espanto, mas não fiquei esquecida por muito tempo. Juliana beijando Pedro começou a bolinar meus seios. Saiu da boca de Pedro e começou a chupá-los gostoso. Nunca antes tinha sido chupada por uma mulher. É diferente, elas sabem bem como fazer.

 

Deixei os três divertindo-se enquanto fui me lavar. Lavei-me e lembrei que tinha trazido um brinquedinho especial que esperava usar nas meninas. Vesti, e para não chamar a atenção antes da hora coloquei uma camisolinha de malha preta, curtinha mas que o escondia, não era nenhum monstro.

 

Entrei na brincadeira, Juliana e Deise faziam coisas deliciosas com Pedro, Pedro todo largado no sofá, só recebendo. Pedi que Deise sentasse de pernas abertas no sofá e que Juliana a chupasse para eu ver, e para que Pedro colocasse o pau na boca de Deise e fiquei vendo a cena. Deliciosa, me chamaram para me juntar a eles. Encostei nas costas de Pedro e comecei a esfregar meus seios, que insistiam em saltar da camisola, tamanho o decote. Pedro gemeu, devia ser maravilhoso aquele sanduiche. Pinto sendo chupado e costas esfregadas pelos seios. Sugeri que fossemos para o quarto de Deise, pois sua cama era enorme e acomodaria nos quatro muito bem. Todos gostaram da idéia.

 

Juliana passou a chupar o tuzin de Deise, Deise por sua vez continuou a mamar Pedro e eu me coloquei nas costas de Pedro. Fiquei alisando suas costas, passando a mão em seu corpo todo. Às vezes segurava na cintura dele, e enfiava seu pau mais dentro na boca de Deise. Todos se contorcendo e gemendo.

 

Peguei óleo e pomadas especiais que trouxe comigo, e deslizei óleo na costas todas de Pedro, descendo até sua bunda, passando no reguinho. Ele travou a bunda e disse que aquilo não. Todas pararam, consentiram de que ele não gostava. Voltei alisar suas costas e sussurrando perguntei a elas se gostavam, as duas em uníssono disseram que sim eu concordei que gostava também. Deise voltou a mamar Pedro. Olhei para as duas e meio que perguntando com o olhar, deixei a entender que ele iria gostaria também. Percebi pelo brilho que elas concordaram. Falei então: -Colaborem. Pedro perguntou, colaborar com o que? Eu disse, com seu prazer meu menino tesudo, pirocudo.

 

Deise pediu a Pedro que ficasse de quatro para ela o chupar e se sentir que nem cadela, ele o fez, e tia Juliana beijava Pedro. E eu massageando óleo nas costas de Pedro. Dado momento, Deise pede para Pedro penetrá-la, Pedro não teve dúvidas. Ela deitou-se de costas, ele sobre ela e começou a entrar. Juliana, postou-se na cabeceira da cama e pediu que Pedro chupasse sua boceta. Eu derramei bastante óleo que escorreu entre os montes rochosos de Pedro, ele não gostou, pedi desculpas, falei que tinha escapulido.

 

Sentei-me nas suas costas e comecei a esfregar minha pomba no meio do traseiro de Pedro, ele gostou, ela estava quente. Fiquei um tempo esfregando ela e massageando suas costas. Olhei para as meninas, pisquei, tia Juliana segurou o rosto de Pedro, Deise enlaçou sua cintura, eu arreganhei sua bunda e meti sem dó, a cabecinha.

 

Ele tentou sair, resmungava pedindo para eu parar, xingava a quinta geração da minha família. Mas eu não queria saber, continuava metendo. Estava difícil de entrar mais, percebia-se que ele era virgem naquele recinto. As meninas seguraram-no com força, eu bati na sua bunda, e falei para ele calar do contrário apanharia mais ainda. E fui metendo, fudendo aquele cuzinho apertadinho, derramei mais óleo, Pedro chorava, gritava, xingava. Deise começou a mexer sua buceta, para cima e para baixo, sentiu que o pau de Pedro ficava cada vez mais duro e grosso, enquanto ela mexia, eu ficava paradinha, amassando, abrindo e fechando sua bunda, entrava mais um cadinho, mas eu não parei de socar, enfiei o pau e continuei enfiando… Ui,anm aiaiaui, começamos a ouvir da boca de Pedro, ouvimos também, vou gozar mete gostoso, mete, aiauia hum hum hum aia, vai garanhão, soca tudo no rabo da sua puta, quando senti que tinha entrado tudo, o grito que ouvimos foi assustador. Meio animal, gutural. Era Pedro esporrando dentro de Deise, gozou tanto, que saiu porra perna abaixo. Deise estava com a coxas todas esporradas. Percebi que o cu de Pedro piscava à velocidade da luz. Se meu brinquedo fosse uma banana, naquela altura estaria em rodelas.

 

Saí devagarinho de dentro de Pedro, ele por sua vez dentro de Deise. Tia Juliana queria dar um banho de língua nele, ele a empurrou levemente. Deitou-se em posição fetal e começou a chorar baixinho, que nem criança desconsolada. Deise trouxe tolhas macias, e água morna, todas começamos a dar um banho no corpo de Pedro. Peguei gelo e fui passando delicadamente no seu reguinho, saía um filete de sangue. Pequei uma pomadinha anestésica e passei com carinho. Ele ficou quietinho, calado. Preocupamo-nos. Começamos a perguntar o que era. Entre soluços ele sentenciou, se algum dia vocês contarem isto para alguém, eu mato todas! Rimos. Sabíamos que era puro preconceito dele, afinal tinha gozado horrores!

 

Querem saber da revista que Pedro levava no bolso da bermuda? Era de Carlos Zéfiro, folheei e percebi que a história era justamente sobre inversão. O danado já estava curioso a respeito do assunto, e se fazia de rogado o dissimulado.

 

Só posso dizer que os três dias foram de glória, e em todos os três lá estava Pedro. Aproveitando tudo, todas, e sendo abusado por nós, agora por vontade própria.

 

Não mais ameaçava, só pedia. Coisa de macho eu acho.

 

 

Meti em um homem lindo pela cam

           

Autor: viuvanegraGG

Categoria: Heterossexual

Data: 22/03/2010 22:02:30

 

Ola, recentemente escrevi meu primeiro conto (gostei!!!)

 

Considero-me uma mulher aberta a novidades, negra 1.64 alt. Estilo gordinha simpática

 

Minha atenção vai pra homens altos que curtam inversão e sejam realmente machos

 

Este foi no carnaval 2010, entrei bate papo com um Nick sugestivo (m_k_inversão) acredite choveu homens para eu tc

 

Um me chamou atenção, disse que se chamava Fernando, mas que gostaria que eu a chama-se de Fê

 

Entramos MSN ele me disse que sempre namorou mulheres, mas que adorava dar o cuzinho, mas que não era compreendido e até tinha vergonha de dizer as namoradas de suas taras

 

Perguntei se era afeminado, ele me disse: sou bem másculo quer me ver?

 

Abrimos nossas cam’s, affffffffffff que homem lindo.... E alto (adoro homens Gr)

 

Eu disse que ele sendo tão lindo meteria nele por horas, e não é que ele realmente curtia tudo aquilo?

 

Começou a me mostrar sua coleção de lingeries ,adorei ,pedi que ele as coloca-se pra eu ver qual ficaria melhor

 

Quando ele/ela começou a se vestir, senti um prazer imenso, que bunda redondinha pedindo pra meter e ser chupada

 

Pedia isso linda agora vira essa bundinha gostosa pra mim, vendo aquela bunda maravilhosa entrei em êxtase

 

Aquela delicia de homem me mostrou vários consolos, eu claro pedi que ela liga-se o son para poder ouvi-la e vice versa

 

Pedia com jeitinho, safadinha não imagina o tesão que estou de te enrrabar, ela me disse para que eu disse-se o que era pra ela fazer

 

Disse que pega-se o consolo menor ,ele na hora já colocou uma camisinha ,pedi que chupa-se imaginando que era meu

 

Aquela puta chupava e gemia pra mim, minha buceta estava encharcada de tesão

 

Coloca bem de vagar no cuzinho putinha vai ,quando entrou tudo ,os gemidos que dava me enlouqueciam, pedi que coloca-se um maior ,ela dizia ;amor ta doendo é muito grande

 

Magina lindinha coloca com jeito, faz assim enfia um pouco e vai sentando em cima

 

E a biscate foi rebolando naquele pau que sumiu tudo, eu imagina comendo aquele cuzinho quentinho, piscando pra mim

 

Pedi que deita se de bruços com o consolo no cú .agora tesuda relaxa e sente esse pau te comendo ,ela suspirava e dizia continua fodendo sua puta vai

 

Eu disse a ela/ela hoje não só uma puta, você terá de ser minha escrava, uma vagabunda se não fizer o que eu mandar te deixo na mão

 

Ela claro implorava pra que eu fala-se o que queria, pois me faria tudo para que não a deixa-se

 

Pedi que dança-se p/ mim com um consolo no cú ,meu tesão era de mais pois ela estava com uma calcinha e sutien de rendas vermelha ,a calcinha só um fio ...

 

A biscate enfiou um consolo tipo plug que encaixou direitinho no rabo

 

Gemia pra que eu continua-se dizendo que mais eu gostaria, meu tesão era tanto que se tivesse la teria arrombado aquela puta enfiando a mão inteira no seu cú

 

Cachorra gostosa adoro ver você assim, eu do outro lado já metia o consolo na buceta feito uma louca vendo tudo ali na minha frente

 

Isso putinha, quero-te ver chorando no meu pau, ela dizia, ahh que macho gostoso me fode bem forte

 

Pedi que encontra-se algo maior porque queria deixar seu cú um rasgo

 

Vi quando ela saiu da cam,após vários minutos voltou com uma cenoura (enorme)

 

Eu já tava quase gozando só de ver o tamanho da cenoura ,ela com voz chorosa dizia que ñ agüentaria

 

Cala a boca vadia e começa a colocar logo, pouco a pouco vi aquele monstro de cenoura entrar

 

Ai amor ta doendo, a puta não parava de reclamar, mas também não tirava um milímetro cú

 

Isso putinha rebola gostoso, ta gostando né

 

Sim amor me arromba fode que esse cuzinho é seu

 

Eu nem acreditava que aquele cuzinho aquentaria tudo aquilo

 

Cuzuda quero que tire e enfie td de uma vez, a cadela ficou num vai e vem alucinado

 

Quando tirou vi um rombo, abre piranha arregaça esse cú pra eu ver

 

Nossa que tesuda era a safada, toda arreganhada pra mim, mandei que senta-se na cama com o monstro no cú ,rebola vaca ,isso assim quero gozar nesse cuzinho

 

Ela gritava ai, ai come meu cú me rasga tesão

 

Vi quanto seu pau começou a crescer, minha buceta melava a mão, tanto era meu tesão por aquele puto

 

Quer gozar biscate ,senta forte ai nessa coisa e se masturba ,quero gozar agora

 

Isso quero você uma mulher perfeita, rebola gostoso nesse pau

 

A cadela mandou porra pra todo lado gritando to gozando ,to gozando ,enterrei meu consolo na buceta gozando junto com aquela que é meu sonho de homem....

 

Agora só estamos esperando com que nossos horários se coincidam pra fazermos uma real

 

 

domingo, 27 de março de 2011

O MACHO QUE VIROU PUTINHA

 

 

Autor: PF

Data: 05/01/2010 17:23:26

Última revisão: 06/04/2010 12:42:10

 

Este conto está sendo re-editado para que mais leitores possa ve-lo. Por favor comente e avaliem.

 

Joana e Alberto formam um casal muito bacana. Na faixa dos vinte e cinco anos, ela é uma morena gostosa com peitos durinhos, bunda grande e arrebitada e coxas grossas e gostosas. Ele alto, 1,80, uns 90 kg ombros largos e um belo pinto de seus 18 cm que mole tem uma pelinha deliciosa cobrindo sua cabecinha que se desabrocha toda quando ele fica duro. Joana e Alberto estão juntos há quase 1 ano e adoram transar de todas as formas e maneiras.

 

Quando se conheceram ambos já tinham tido outras experiências sexuais, bem variadas, especialmente Joana, que tinha um verdadeiro fogo no rabo... Gostava de trepar de todas as formas e curtia indistintamente picas e bucetas em todos os lugares. Alberto era mais do tipo machão. Era o próprio macho dominante. De fato ele se achava um macho dominante, mas que dominava mesmo era Joana que, com jeitinho e regulando sabiamente o que oferecia a ele, conseguia tudo que queria.

 

Numa entre suas muitas trepadas, eis que estavam num gostoso 69, com Alberto por cima de Joana, quando ela seguiu com sua língua pelo saco e até o períneo de Alberto. Ele deu um leve tremor indicando que estava bom. Na lambida seguinte ela subiu mais um pouco, chegando bem na borda do cu rosado de Alberto. Ele retesou um pouco, mas não refugou. Joana já tinha feito isso com outros parceiros e sabia que alguns gostavam, mas queria mais...

 

Na terceira lambida chegou bem no meio da rosquinha de Alberto e ficou rodeando com a língua. Alberto gemeu... era a senha... ela continuou lambendo e vez por outro enfiava a ponta da língua dentro do cu de Alberto... E ele continuava gemendo e seu cacete cada vez mais duro. Então, depois de ter assegurado que o cu de Alberto estava devidamente molhado com sua saliva, apontou seu dedo indicador e começou a enfiá-lo no cu de Alberto. No primeiro instante ele gemeu, mas no instante seguinte deu um pulo pra frente, virou para Joana e falou:

 

- Que é isso?

 

- Nada... achei que você estava gostando... só enfiei um dedinho no sue cuzinho que estava delicioso.

 

- De onde tirou essa idéia? Isso é coisa de viado... – Numa reação própria de machão.

 

- Que é isso Alberto! Um monte de caras curtem. Você adora brincar com meu cuzinho e eu adoro também... Nossa!

 

- É diferente... só viado dá o cu... na minha bunda e no meu cu nunca ninguém colocou a mão.

 

- Vixe! To te estranhando. Viado é homem que transa com homem. E eu sou mulher... Olha a prexereca aí...

 

- É! Mas dar o cu é coisa de viado... Não sou chegado nisso, não!

 

- Ta legal! Mas bem que você gostou da lambidinha que eu vi. Seu pinto ficou muito durão. Mas tudo bem. Se não quer , deixa pra lá! Mas eu também vou ver se quero que você brinque com meu fiofó...

 

Joana deixou pra lá. Continuaram a foda, que não foi lá essas coisas e não falaram mais no assunto. Mas aquilo ficou na cabeça de Joana. Ela sabia que alguns caras gostavam disso porque fizera com outros com que transara e até onde sabia, nenhum deles era viado. Ela estava encucada e curiosa. Agora queria apor que queria brincar com o cu de Alberto. E jurou que ele ia implorar para ela fazer isso com ele.

 

Alguns dias depois, Joana entrou na Internet num site de Contos Eróticos e resolveu colocar sua aventura com Alberto. Claro que falseou um pouco, dizendo que ele tinha gostado quando ele enfiou o dedo. E que da próxima vez ia fazer mais. No mesmo dia ela recebeu um comentário de um leitor dizendo que ela devia continuar e que a maioria dos homens curte ter prazer no cu. Muitas mulheres até usam um cinto com um pinto de borracha para comer o cu dos homens. Isto chamava-se inversão. O cara deixou o e-mail para o caso dela querer mais detalhes.

 

Na hora o tesão invadiu Joana. Ela rapidinho escreveu para o cara (Paulo) e começaram a se comunicar por e-mail. Ele era um coroa de mais de 60 anos, sacana e que tinha muitos contos no site. De todos os tipos. Era a chance de Joana aprender tudo sobre a tal inversão e aplicar com Alberto.

 

E não deu outra. O seu novo amigo virtual passou pra ela todas as dicas, já que ela era fã de inversão e o que mais gostava era ajudar mulheres a descabaçar o cu de machões que acham isso coisa de viado.

 

Já na trepada seguinte com Alberto, Joana voltou a brincar nas proximidades do cu dele, mas sem forçar a barra. Num certo momento ele também começou a bricar com o cu de Joana, mas quando foi enfiar o dedo ela se virou rápido e falou:

 

- Na, na, ni, na não... só vai enfiar no meu cuzinho se eu também enfiar no seu...

 

- Que é isso Joana. Você sempre gostou? Por que essa frescura agora?

 

- Exatamente... eu adoro... não só o dedinho, mas também uma boa pica... E eu acho que se eu gosto, você também vai gostar. Então, daqui pra frente, no cuzinho vai ser assim: troca-troca... você faz em mim e eu faço em você.

 

- Porra... de onde você tirou essas idéias?

 

- Eu falei com uma amiga e ela disse que faz isso com o homem dela e ele adora... E ele não é nem um pouquinho viado. Diz que quando ela enfia o dedo no cu dele ele fica doidão e come ela muito mais... Bom para os dois, certo?

 

- Ah! Sei lá... eu não curto. Dói. Meu cu é apertado.

 

- Deixa de frescura... Compara a grossura do meu dedinho com a grossura do teu cacete. Eu agüento ele todinho e nem dói. Só uma dorzinha de tesão na primeira entrada e depois é um tesão louco.

 

- Mas você é mulher. É diferente...

 

- No cu não... Somos iguaizinhas a vocês homens... só tem que relaxar e deixar rolar e você vai curtir.

 

- Ta legal, mas vai devagar. Tenho que me acostumar.

 

- Então vamos fazer direitinho... Fica de 4 e vou passar um creminho neste cuzinho tímido.

 

- De 4? Assim na lata.

 

- Vai machão... prometo que se você deixar, depois deixo você comer meu cu com seu pauzão e encher ele de porra.

 

Seguindo as instruções de conselheiro virtual, Joana colocou Alberto de 4, acariciou sua bunda com bastante carinho, e passou bastante creme no seu cu... Já na passagem do creme ela percebeu que o pau de Alberto estava muito mais excitado que o normal... Suavemente apontou seu dedo indicador e bem delicadamente começou a enfiar a pontinha. Ela tinha deixado as unhas deliberadamente curtas para não correr o risco de arranhar Alberto. Mal tinha entrado a ponta do dedo e Alberto reclamou retesando a bunda:

 

- Aí! Ta doendo!

 

- Relaxa machão... Foi só a pontinha – falou Joana sem tirar o dedo, mas usando a outra mão para massagear as bolas e o cacete de Alberto.

 

- Vai com calma... Para um pouco.

 

- Relaxa gostoso... deixa a musculatura solta...

 

Aos poucos Alberto foi relaxando e Joana enfiando mais e mais o dedo, até que ele entrou todinho. Aí parou mais um momento para Alberto se acostumar e depois começou a por e tirar o dedo num movimento típico de foda... Alberto não reclamava... mas baixinho gemia de tesão. Joana beijava suas nádegas, trazia seu pau para traz e o chupava. A esta altura Alberto já não escondia seu tesão... estava totalmente entregue à sua nova forma de prazer.

 

Depois de uns longos minutos, quando percebeu que Alberto estava prestes a gozar, Joana tirou o dedo e Alberto caiu deitado de costa em total êxtase. A sua expressão de prazer era imensa e não havia como disfarçar. Jo, vendo seu macho dominado falou:

 

- Que tal machão? Gostou?

 

- Puta merda... é bom demais... Agora eu entendo porque tem um monte de homem que virou viado e não tem nenhum viado que virou homem...

 

- Então... E eu só comecei... Só coloquei esse dedinho – e mostrou o indicador ainda cheio, de creme.

 

- Mas isto tem que ficar em segredo, hein! Se não minha fama de machão vai pro brejo

 

- Claro... Mas, cá entre nós, eu vi o tamanho que seu pau ficou... Tava quase gozando...

 

- É mas ter tesão de cu é coisa de viado.

 

- É nada... ter tesão no cu é coisa de quem tem prazer... e quer saber mais? Agora vou te dar um segundo trato e te fazer gozar. Deita aí e fica quieto...

 

Joana desce e começou a chupar o pau de Alberto, que logo ficou duro de novo... Enquanto chupava gostoso, abriu as pernas dele e enfiou novamente o dedo no cu dele. Alberto já não tinha mais pudor em gemer e pedir mais... E Joana continuava mexendo o dedo e chupando o cacete dele. Não precisou mais de que alguns poucos minutos e Alberto gozou fartamente na boca de Joana, berrando e gemendo alto. Foi tanta porra jorrando que depois de engolir os três primeiros jatos, Joana deixou o resto escorrer pelo pau ainda duro de Alberto. Então começou a lambê-lo para recolher a segunda dose de porra e depois de recolher um monte, deu um longo beijo na boca de Alberto, para que ele também sentisse o sabor da porra ainda quente.

 

Claro que a foda continuou. Claro que Alberto comeu o cu de Joana com muito tesão e ela gozou muito. Mas o mais marcante é que esta trepada abria uma nova porta de prazer e tesão para os dois.

 

Joana continuava recebendo orientações de seu conselheiro, Paulo e o próximo passo era a tal cinta com um pinto de borracha. Se isso fosse conseguido, certamente ela teria quebrado todas as barreiras e preconceitos de Alberto quanto seu prazer anal. Assim, num dia em que depois de uma boa trepada, que incluira Joana enfiando o dedo no cu de Alberto (isto já havia se incorporado ao arsenal sexual dos dois) os dois navegavam por sites de sacanagem na internet, Joana disfarçadamente direcionou o navegador para um site de inversão. Lá haviam fotos de mulheres com o tal cinto e pintos de borracha comendo o cu de homens. Lógico que aquilo fora planejado pala safadinha da Joana que aproveitou o interesse de Alberto ao ver as fotos e comentou:

 

- Olha que legal? Que tal a gente experimentar isso? Topa?

 

- Aí não dá, né Joana! O dedinho tudo bem, mas ai e ser comido por um cacete. Concorda que aí é viadisse?

 

- Não acho! Quem vai estar usando o cacete sou eu, não um outro homem. Só fica mais realista que o dedinho. Eu vi num sex shop uns pintos iguaizinhos aos de verdade. Ah! Eu quero - fazendo charme de menininha.

 

- Você está muito saidinha. Onde está aprendendo tudo isso?

 

- Bem... estamos vendo juntos. Mas, sabe aquela minha amiga? Ela já tinha me falado disso. Eu fiquei curiosa, mas não havia entendido direito como funcionava. Agora que vi, gostei da idéia.

 

- Sei lá! Não posso negar que estou gostando dessa novidade, mas ser enrabado por um cacete, mesmo que de borracha, não estava nos meus planos.

 

- Deixa de onda seu bobo – Falou Joana abraçando Alberto e sentando no colo dele – Eu estou morta de vontade de ver como é comer um macho. Acho que é meu lado masculino aflorando...

 

- E aí você quer que eu aflore meu lado viado?

 

- Não... seu lado feminino... Diz que todo homem tem. E tudo fica só entre nós dois... qual o problema? Adoraria me sentir um macho fodedor comendo minha fêmea gostosa – e começou a beijar o pescoço, a nuca e mordiscar a orelha de Alberto...

 

- É... vamos ver – respondeu Alberto tentando não deixar se convencer pelo tesão que Joana lhe estava provocando. Eu sabia que você consegue tudo o que quer de mim. Só não sabia que ia conseguir me fazer virar viado...

 

- Não querido... Eu só fiz você aprender a ter prazer no cu... Você é e sempre será meu machão... mas nada impede a gente de, por alguns momentos de prazer inverter os papéis e virar minha fêmea?

 

Essas palavras ficaram na mente de Alberto e poucos dias depois, era aniversário de Joana elês combinaram de comemorar num motel, com uma boa foda. Joana levou tudo que precisava, inclusive o já indispensável KY, muito melhor que creminhos para foder o cu de Alberto. E ele prometera que daria o presente dela no Motel.

 

Numa extravagância que não se permitiam a não ser em ocasiões especiais, foram a um motel classe A, com hidro, sauna e uma deliciosa cama redonda com espelhos nas paredes e tetos. Logo ao chegarem, começaram a se beijar e a pegação. Joana, curiosa sobre o prometido presente se segurava para não perguntar. Alberto aparentemente esquecido da promessa tirava a roupa de Joana e a sua como que querendo iniciar logo a trepada tradicional. Estavam os dois abraçados com Alberto sobre Joana, quando ele levantou-se e disse:

 

- Ah! Ia esquecendo do seu presente – e pegou na sua mochila um pacote embrulhado em um belo papel com um laço.

 

- Obrigado. Pensei que tinha esquecido – Falou Joana não conseguindo disfarçar a curiosidade.

 

Como uma criança Joana abriu o pacote rapidamente e ao abrir a caixa não conseguiu disfarçar a alegria, emoção e surpresa. Era um cinto ce couro com um belo pinto de borracha já encaixado e pronto para usar...

 

- Ai que delícia – Falou Joana visivelmente eufórica – você comprou sem eu precisar pedir!

 

- É... eu achei que você ia gostar. Não sei se EU vou gostar, mas não custa tentar, né?

 

- Obrigado querido... Eu te amo – e pulou no pescoço de Alberto num abraço e o beijou apaixonadamente.

 

Infelizmente “strap-on” (este é o nome deste acessório) não vem com manual de instrução, o que obrigou os dois a analisarem por alguns minutos para descobrir como colocá-lo e como ele funcionaria. Mas, é claro, não precisou de muito tempo. Logo Joana colocou o cinto e passou a desfilar com aquele pinto duro, toda orgulhosa, enquanto Alberto admirava sua fêmea com um belo pintão que em breve comeria seu cu.

 

- Me sinto um machão poderoso com isto no meio das pernas – comentou Joana

 

- É... deve mesmo. E o bom e que nunca fica mole rsrsrsrsrsr!

 

- Vou te comer tanto querido... – abraçando Alberto, que pela primeira vez na vida sentia um pinto duro cutucando sua barriga.

 

Alberto então pegou no cacete de Joana e começou a fazer movimentos de uma longa punheta. Passou um pouco de gel na mão e fazia o vai-e-vem lento e gostoso o que foi rapidamente excitando Joana.

 

- Ai que tesão Alberto. Estou sentido um tesão maluco, como se o pinto estivesse ligado a meu corpo... Vai que eu vou gozar...

 

- AH! Isso eu quero ver... – responde Alberto acelerando os movimentos

 

- Vai, vai, vai mais, ai, vou gozar, vou gozaaaaaaaaarrrrrr!

 

E gozou aos berros, só faltando sair porra de seu cacete de borracha. Mesmo assim Alberto abocanhou o cacete e começou a chupá-lo como que querendo engolir a porra virtual que saia dele.

 

- Delícia gostoso... é um tesão... é um gozo totalmente diferente,

 

- Gozo de macho. Legal?

 

- Delicia... Adorei gozar como um macho na mão da minha putinha vadia...

 

- Realmente foi diferente. Não imaginei que pudesse.

 

- Nem eu... e é muito bom... Agora quero comer seu cuzinho. Vira ele pra mim, vira!

 

- Vai com calma... Não esquece que meu cu é virgem...

 

- Então vira de 4 e deixa eu quebrar esse cabacinho – Falou Joana, arrumando seu querido na posição clássica de comer um cu virgem...

 

Joana começou lambendo longamente a bunda e o cu de Alberto. Para excitá-lo ainda mais estendias até o saco e o cacete, nesta altura já muito duro... Passou bastante gel no cacete e no cu de Alberto e apontou seu novo pintão para a rosquinha ainda virgem... Claro que Alberto retesou, mas Joana foi com calma. Esperou um momento ele relaxar e enfiou a pontinha num movimento rápido...

 

- Ai! - Gemeu Alberto

 

- Calma meu macho... relaxa que foi só a pontinha...

 

- Dói pra caralho...

 

- Não dói não! É só medo de achar bom... Relaxa que estou enfiando toda a cabecinha agora – E Joana foi deslizando suavemente sua pica e alargando as pregas de Alberto. – Olha que gostoso... Já ta com toda a cabecinha dentro... Seu cabacinho de cu já era, meu macho... Agora você é minha fêmea...

 

- Então enfia tudo que está bom. Que tesão....

 

- Enfio. Sente a cabeça dele alargando suas pregas virgem...

 

- Tesão... enfia tudo que eu quero sentir tudo lá dentro.

 

- Então vai

 

E Joana num movimento único enterrou todo o cacete no cu de Alberto. Claro ele deu um berro de dor, mas logo relaxou e começou a rebolar. Joana, ainda desajeitada fazia movimentos de vai-e-vem, numa típica foda de macho. Logo porém ela pegou o jeito e segurando as ancas de Alberto enfiava o cacete com força fazendo as bolas baterem na bunda dele. Alberto urrava de tesão e pedia mais e Joana, cada vez mais acelerava os movimentos...

 

- Que tesão de cu, meu gostoso... – falo Joana

 

- Ai meu macho pauzudo... fode sua putinha, fode. Enterra tudo

 

- Enterro minha putinha vadia... dadeira de cu – Berrava Joana cada vez mais forte e acelerada...

 

E rapidamente Joana gozou mais uma vez exatamente como um macho comendo um cu. E gritava de tesão, xingava Alberto e só parou de mexer quando exaustos desabaram os dois na cama. Foram necessários alguns minutos para se recuperarem, mas Joana logo voltou à carga.

 

- Isto é um tesão... Nunca tinha sentido um gozo desse jeito. È coisa bem de macho mesmo. E pra você? Foi bom?

 

- Nossa... delicioso. Nunca pensei que gostaria tanto de dar o cu...é ótimo. E me senti a própria fêmea... Muito legal mesmo.

 

- Então quero mais... chupa meu cacete pra ele ficar duro de novo!

 

- Mas ele continua dura.

 

- Só aí... na minha cabeça ainda não. Chupa gostoso que nem uma puta vadia...

 

Alberto, totalmente subjugado pelo prazer não contestou. Começou a chupar o cacete de Joana como imenso prazer e tesão. Rapidamente seu pau estava duro de novo e Joana gemia de tesão pronta para mais um novo gozo que não demorou muito para vir. Aí Alberto deitou de costas, ergueu suas pernas em posição de frango assado e Joana o penetrou de novo. Agora ela podia ver a expressão de tesão de Alberto e ele a dela. Ela mexia forte e o pau dele duríssimo implorava uma gozada. Depois de algumas bombadas fortes Não apenas Joana gozou de novo como Alberto, sem nenhum contato com seu pau esporreou jatos fortes que chegaram ao rosto de Joana, numa clássica “gozada chafariz”.

 

Exausta Joana deito-se sobre Alberto e se beijaram longamente.

 

- Gostou do presente? – perguntou Alberto

 

- Adorei. E você?

 

- Não posso negar... foi muito bom. Mais uma que a gente aprende.

 

- É... valeu minha insistência. Se deixasse para meu machão, nunca ia acontecer.

 

- Com certeza... Como eu podia imaginar que ia adorar dar o cu e ainda virar uma putinha na cama? Mas conta pra mim? Essa tua amiga te ensinou tudo isso mesmo?

 

- É... vou te contar um segredo... a minha amiga de fato e um amigo virtual?

 

- Como assim – retrucou Alberto com reação de indignação.

 

- Calma... é um coroa que eu conheci num site de contos eróticos e que escreveu um conto sobre inversão e eu escrevi dizendo que era minha fantasia. Nessa época eu só enfiava o dedinho no sue cu. Aí ele respondeu dando o e-mail dele e dizendo que se eu quisesse mais informações era para escrever.

 

- E você escreveu? Conheceu ele?

 

- Escrevi, mas nunca encontrei com ele. É um coroa de mais de 60 anos muito doidão e me deu todas as dicas. Ele me mandou uma foto dele... Parece ser um cara legal.

 

- Eu ia dizer para agradecer a sua amiga, então agradece a seu amigo...

 

- Eu vou... mas preciso ver se ele me ajuda na minha próxima fantasia...

 

- Qual?

 

- Ver você transando com um macho de verdade... que tal? Se você gostou tanto de um pinto de borracha, imagina um de verdade?

 

- Tu tá ficando muito doidona. Isto também é coisa de seu amigo?

 

- Não... apesar de que ele achou seu pau muito gostoso.

 

- Ele é viado?

 

- Diz que nunca transou com homem, mas tem essa fantasia. Transar com um casal. Disse que se tiver bem tesudo é bem capaz de encarar um cacete de verdade.

 

- No mínimo ta te cantando.

 

- Não sei... Vamos deixar pra lá... quem sabe um dia...

 

Paulo Ferreira

 

Campinas, Janeiro 2010

 

sábado, 19 de março de 2011

Uma foda bem gostosa

                                

Autor: Leda

 

Data: 16/02/2008 14:48:42

 

 

Uma foda bem gostosa

 

Sou a Leda do conto ?o homem mais gostoso da minha vida?; depois que tornei pública a minha história recebi inúmeros e-mails, fiquei amiga de homens e mulheres, mas recebi também muitas patifarias de mulheres casadas e recatadas. Aliás, se fossem bem casadas não estariam aqui se envolvendo em fantasias...

 

Agora vou relatar meu envolvimento com um casal amigos nossos, de mim e de meu marido. Depois que o Evandro partiu voltei a fazer minhas caminhadas na orla da praia de Santos, e sempre me masturbava pensando no Evandro.

 

Raquel e Paulo vou chamá-los assim são casados há mais de 10 anos, sem filhos. Ele tem 49 anos e ela 52 anos. Eles têm uma confortável situação financeira e sempre foram amigos nossos e nunca havia percebido alguma insinuação por parte dele, muito menos dela! Mas, a amizade foi crescendo e passamos a freqüentar a casa deles com alguma regularidade. Nela tem uma piscina magnífica e posso desfilar meu biquíni com certa tranqüilidade. Meu marido sempre reprovou meu biquíni, costuma dizer que fico praticamente pelada nele, porque minha bunda fica descoberta, porém, como sempre a última palavra em casa é a minha e a ele cabe abaixar a cabeça e me obedecer.

 

Paulo é um homem muito charmoso. Cabelos e barba grisalhos, fala bem e usa sunga apertada, o que deixa sempre um volume na frente. Percebi que em nossas visitas fomos trocando olhares. Passei a me masturbar pensando nele, esquecendo o Evandro. Um dia estava com tanto tesão que sai da piscina e fui ao banheiro da casa e abaixei meu biquíni e iniciei uma masturbação louca e da janela do banheiro podia ver os três conversando...Enfiei um dedo na buceta e outro no ânus e os apertava até gozar. Depois de recomposta voltei para a beira da piscina. Quando fui me servir da salada aconteceu algo estranho: estava servindo o prato quando Paulo encostou em minha bunda alegando querer pegar algo....senti seu pinto duro e sussurrei para ele:

 

- Que é isso?

 

- ?Pau duro, meu amor!?

 

- Cuidado, olha sua mulher, meu marido...?

 

Certo dia, Paulo foi se encontrar comigo em minhas caminhadas matinais. Corremos juntos e paramos na praia. Conversamos e ele falava que estava louco para me comer. Me fiz de santa e disse que jamais havia traído meu marido. Nisso e como a praia estava quase vazia senti suas mãos por entre minhas coxas. Não tive dúvida, procurei sua boca e demos um longo beijo. Procuramos um lugar mais discreto. Estava suada, eles também, nossos corpos cheirava a suor, ele me encostou numa pedra e foi chupando meus peitos, que a essa altura já estavam duros. Senti a calcinha sob o short encharcar, estava tomada pelo desejo. Paulo, certificou-se que estávamos a sós naquela ponta da praia e despiu-me. Fiquei nua na praia, 6:20hs da manhã. Ele deitou-me na areia e começou a chupar minha buceta de um modo só dele. Paulo primeiro lambia as coxas e passava a língua nos lábios vaginas, introduzia um dedo, chupava a virilha, introduzia dois dedos e depois junto com dois dedos enfiava a língua na minha buceta, que ardia em desejos, não demorei e logo gozei, ele continuava e eu gozava. Levantei-me para respirar e procurei sua sunga (ele gostava de correr assim). Ele estava com o pinto duro, enfiei a mão dentro dela, mas não a tirei, e assim enquanto beijava sua boca apertava seu saco, a cabeça de seu pinto. Abaixei sua sunga e seu mastro portou-se diante de mim...abocanhei, alisava como uma cadela no cio e senti que o jorro da porra estava porvir...apertei a cabeça e ele não gozava, porque segurava o gozo apertando o saco. Quando senti que ele não suportaria mais abocanhei e punhetava com força aquele pau e logo veio o gozo do meu homem, do meu guerreiro. Nos abraçamos, pelados, beijei sua boca com a porra dele e em sua boca sentia o cheiro da minha buceta. Nos vestimos, cada um seguiu seu rumo, mas no sábado seguinte algo mais aconteceria.

 

Assim que acordamos naquele sábado, o telefone tocou e era Paulo convidando-nos a ir com eles fazer um passeio de barco, falou que era prudente não levarmos nossos filhos porque iríamos em alto-mar. Meu marido ficou como sempre com aquela cara de bunda que lhe é peculiar, então eu decidi que ele ficaria com as crianças e eu iria.

 

Quando cheguei no ponto marcado Raquel ficou surpresa ao não ver Roberto (meu marido). Expliquei o ocorrido e ela disse que ficava estupefata com o domínio que eu exercia sobre ele. Respondi para ela que qualquer homem é passivo de ser dominado, basta aplicarmos as regras como se deve. Enquanto Paulo preparava o barco, Raquel queria saber como era isso, em razão de nunca ter podido mandar no Paulo como queria. Então falei para ela:

 

- ?Todo homem nasce para penetrar,ele pensa então que a penetração é o ponto maior da relação e que por ela é exercido o poder de dominação?.

 

Expliquei para ela que no começo da minha vida sempre vi minha mãe mandando e desmandando no meu pai, mas ainda assim de vez em quando ele saia da linha. O Ricardo no começo também era assim. Mas um dia a casa caiu para ele. Olhei nos olhos da Raquel e eles estavam saltitantes, Paulo ainda iria demorar um pouco, até abastecer o barco e tudo mais... Perguntei se ela queria que eu continuasse, ela respondeu que sim e então continuei: Um dia quando Ricardo chegou em casa encontrou-me nua. O desejo dele logo aflorou, tirou a calça e cueca e me beijou. O levei para a cama, mas não o deixava assumir o controle; deitei ele de lado e fui passando a mão em sua bunda e depois no seu cu, na hora ele recuou. Sussurrei para ele ter medo. Passei um creme e enfiei meu dedo no seu cu, o pinto dele respondia, ai passei a massagear a próstata dele e falava em seu ouvido que ele estava sendo penetrado, isso iria desmoralizá-lo da condição de único que penetrava em casa. Não satisfeita e sem ele perceber peguei meu consolo (que é um pinto de 23 cm), passei creme e fui enfiar em seu cu. Quando ele tentou sair levou um tapa na cara e outro na bunda. Enfiei meu consolo e ele começou a gozar, mas não em jatos freqüentes, aos poucos, porque a próstata sendo pressionada o homem não goza em jatos normais. Quando mostrei para ele o tamanho do pinto que havia entrado na bunda dele e que ele havia gozado com aquilo, ele amansou de vez e sempre me pede em nossas relações a estimulação anal, mas só faço isso se o comportamento dele for submisso. Depois disso ele me entregou tudo, cheque, cartões e além de trabalhar fora e ele quem cuida da casa. Raquel perguntou-me onde havia aprendido essas coisas, respondi que havia aprendido com essas mulheres dominadoras. Paulo finalmente chegou e subimos no barco.

 

O passeio corria normal, cervejas e conversas...Raquel olhou para mim e perguntou se podia bronzear a bunda e tirar o biquíni? Respondi que sim. De óculos escuros fiquei olhando para a bunda dela, que apesar da idade ainda estava bonita. Enquanto isso Paulo manejava o barco procurando um lugar para ancorar. Raquel já havia bebido algumas e falou se eu podia passar bronzeador em seu corpo. Falei que sim, mas minha buceta começava a piscar. Peguei o creme e fui passando, ouvi ela gemer, falei em seu ouvido o que se passava, ela respondeu: - ?Sua mão é macia?. Passei a massagear a Raquel, alisando suas coxas, ela foi respondendo abrindo deliciosamente suas pernas. A xana e a bunda dela ficaram expostas para mim; comecei a apalpar sua buceta, peluda, completamente molhada e melada. Dei uns tapas na bunda dela, ela gritou e se virou, procurando minha boca, enfiando a mão por dentro do meu biquíni, aquela altura, minha xana também estava encharcada e melada também. Raquel tirava carinhosamente meu biquíni, e conforme ia tirando, beijava meu corpo com ardor. Ficamos nuas, nos abraçando e cada uma enfiando a mão dentro da buceta da outra, comecei a gozar e ela também. Nisso ouvimos uma voz rouca e perplexa atrás de nós:

 

- ?Que isso Raquel??

 

Ela simplesmente não respondia. Olhei para Paulo, Raquel estava de costas para ele, ele estava surpreso, mas a sunga já mostrava o volume se formando, nisso Raquel me cochichou:

 

- ?Me ajuda a escravizar meu marido??

 

Respondi que sim. Sai dos braços da Raquel, levantei-me e fui ao encontro de Paulo. Não dei tempo para ele recusar, enfiei minha mão dentro de sua sunga e falei:

 

- ?Se não está gostando, porque isso em minha mão está duro??

 

Paulo não respondia. Talvez o choque de ver a esposa se envolvendo com outra pessoa, ainda mais outra mulher. Abaixei sua sunga e o levei para perto de Raquel. Ela viu o pau dele duro e foi logo abocanhando. Bati em sua cara e falei que não era assim. Deitei Paulo, que já estava submisso aos meus desejos e o virei de lado, sussurrei em seu ouvido que Raquel iria fazer uma coisa com ele que o faria ir a loucura. Meu consolo estava na minha bolsa, fui buscá-lo, quando voltei Raquel já havia entuchado dois dedos no cu de Paulo, ele gemia, de dor, suas preguinhas se dilacerando e gemia também de prazer. Olhei no pinto dele e estava a ponto de gozar, segurei a cabeça e o saco e o gozo segurou, passei o consolo para Raquel sem ele ver, ela passou o creme, e começou a enfiar no cu dele, enquanto isso beijava Paulo e abri minhas pernas pra ele chupar minha buceta. Paulo gritou e Raquel deu um tapa na bunda dele tão forte que ouvi o estalo e ela falava:

 

- ?Agora goza como viado, com um pinto na sua bunda?.

 

Ele não segurou e gozou muito, em jatos pingados. Raquel mostrou pra ele o tamanho do consolo, ele abaixou a cabeça. Nisso Raquel esquece o marido e me pega, abre minhas pernas e começa a chupar minha buceta. Paulo assiste a mulher se entregando, ela vira a bunda para mim e começamos um 69. Pega meu consolo e manda Paulo lamber, ele com nojo obedece a mulher. Ela pega o consolo e enfia em minha buceta, gozei; ela entrega ele pra mim e com a bunda dela virada enfiei o consolo em sua buceta, ela gozou. Viramos para Paulo e o pinto dele já começava a dar sinal de vida. Ela foi perto dele e para minha surpresa deu um tapa na cara dele e mandou ele lamber ela e chupar meu consolo. Paulo obedecia, enquanto ele lambuzava a mulher agarrei seu pau, comecei a chupá-lo. Raquel falou:

 

- ?Agora, come a minha amiga Ledinha?.

 

Paulo me pegou deitada, abriu minhas pernas e introduziu seu pau, sua mulher por trás dele bateu em sua bunda, ela saiu e ficou com as pernas abertas em minha boca, comecei a chupar, ela gozava, senti que Paulo ia gozar, ele suplicava para a mulher que não estava agüentando e ia gozar, ela permitiu e Paulo gozou dentro de mim... Depois invertemos os papeis e Paulo inundou sua mulher com sua porra. Assim foi o nosso passeio. Paulo fez nossa comida (que seria Raquel a preparar), nos servia e se tornou assim submisso às nossas vontades.

 

Raquel me telefonava sempre e dizia que seu marido havia se tornado escravo dela, mas quando ele pedia...ela enfiava um consolo nele. Nos tornamos amigas, amantes e agora estamos transando com outro homem, enquanto nossos maridos ficam em casa nos esperando.

 

Leda Vieira

 

ledinhavieira@hotmail.com

 

 

ELA ME DEU O TROCO

Autor: lucarimo

Data: 06/03/2008 16:16:45

 

Quero deixar bem claro a todos que não sou homossexual nem bissexual, embora não tenha nada também contra aqueles que assumem esta condição, pois cada um faz o que quer de sua vida. Sempre fui e sou apaixonado por mulheres e, modéstia a parte, sou até considerado por muitas delas. Foi justamente a minha paixão por elas, principalmente pela minha, que me levou, aliás, a curtir a experiência que passo a contar para vocês.

 

Sou apaixonado pela Letícia, minha esposa, com quem sou casado há oito anos. Assim como eu, ela é branca, de cabelos negros como graúna, longos e lisos. Seu corpo é harmonioso com sua altura (1,76), as coxas são grossas, a cintura fina, os quadris largos, os seios fartos e duros, a bunda grande e arrebitada e a boceta carnuda e coberta por pelos negros.

 

Nosso relacionamento sexual sempre foi maravilhoso e sempre prazeroso. Quando vamos para a cama, nossas transas são sempre recheadas de muita fantasia, pois achamos que vale tudo entre nós e quatro paredes, desde que haja concordância do parceiro, o que é o nosso caso.

 

Sempre fui fissurado também na bunda da Letícia, embora ela tenha resistido em liberar o traseiro para mim. Fui rechaçado todas as vezes que tentei estrear o cuzinho dela, pois dizia temer a dor que meu cacete, superavantajado provocaria ao invadí-la por trás. A perspectiva de comer-lhe o rabinho apareceu no dia em que, ao chegar do trabalho, encontrei Letícia na sala apenas de calcinha e camisola bem curtinha, que mal cobria a sua bundinha. Minha excitação foi a mil. Ali mesmo, na sala, nos atracamos num abraço e, enquanto a beijava, tirei a minha roupa. Pelado, agarreia-a por trás e encaixei o pulsante caralho no meio das pernas dela. Não sei por que, mas naquele dia minha mulher estava com um tesão vulcânico que fazia arder-lhe a boceta. Engatados, fomos para o nosso quarto.

 

Tirei-lhe a calcinha e. deixando-a apenas com a camisola, deitei-me na cama com o portentoso caralho apontado para o teto, Letícia veio por cima, puxou a camisola até a cintura e fez o encaixe do pau na boceta para cavalgar-me gostosamente.

 

Era maravilhosa e excitante demais a cena em que ela me cavalgava sem tirar a camisola, que escondia os movimentos mais íntimos. Ao sentir que ia gozar, no entanto, ela saiu de cima de mim e me punhetou até que eu lançasse fortes gotas de esperma no rosto e nos seios dela.

 

O gozo não me fez relaxar o pau, que ficou mais duro ainda quando Letícia, com um tesão insaciável, o chupou alucinadamente para, como disse, recolher a porra que ainda escorria dele.

 

Não sei se por influência da lua, que era cheia, ou por algum tipo de fetiche, minha mulher estava enlouquecida de desejo naquela noite, o que só aumentava também minha tara por ela. Nessas condições, não neguei fogo. Ataquei o meu objeto de desejo, coloquei-a de quatro e passei a acariciar despretensiosamente

 

seu cuzinho. Causou surpresa e até certa estranheza que, desta vez, Letícia não manifestasse nenhuma resistência às minhas investidas que lhe fazia no rabinho. Para testá-la melhor e convencer-me de que ela havia mudado de idéia, dei continuidade às carícias e enfiei um dedo no cuzinho. Minha estratégia deixou bem claro que ela havia mudado. Em vez de barrar as carícias que sempre evitara atrás, minha esposa permaneceu indiferente. Um bom sinal para quem nunca me havia dado a mínima chance ali.

 

Entusiasmado, peguei um tubo de creme lubrificante há tempos esquecidos na gaveta da mesinha de cabeceira da cama. Passei uma porção dela na entrada do seu rabinho e aumentei os carinhos, pedindo a ela que relaxasse. Procurei tranqïlizá-la dizendo também que a dificuldade persistiria até a passagem da chapeleta. Rompido o anel, o resto era só prazer, expliquei-lhe diversas vezes.

 

Pressionei ligeiramente a cabeça do pau na entrada da porta traseira ainda virgem e forcei até romper o anelzinho. Vencida a resistência inicial e aberto o caminho, a chapeleta deslizou pelo reto, arrastando o restante do cacete para dentro dela. Letícia reagiu com um grito solitário de dor, mas pediu que não parasse e preenchesse totalmente o buraco traseiro. Dei seqüência à invasão até que o saco encostasse na boceta.

 

Letícia passou a responder as minhas estocadas com gemidos, mais de prazer do que de dor. Dizendo-se feliz por estar dando o cu pela primeira vez, minha esposa pediu que lhe enchesse o traseiro de porra. "Quero também sentir como é o gozo com um pinto atolado no cu", disse.

 

Dei continuidade às estocadas cada vez mais rápidas e intensas até que Letícia gozou e caiu deitada de bruços na cama, sem comprometer o encaixe. Aproveitei esta posição e gozei logo depois para o delírio de minha mulher, que disse sentir o leite quente lhe invadindo as entranhas.

 

O bom humor dela, no entanto, só se manteve enquanto durou o prazer. Ao se sentir arrombada, assim que saí de dentro dela, Letícia insinuou com uma revanche, ao dizer que eu não perderia por esperar, pois iria dar o troco e pagar-me com a mesma moeda.

 

O sentido dessas palavras ficou claro apenas muito tempo depois, quando, ao voltar do trabalho, encontrei Letícia usando um vestido de malha preto e longo, bastante largo e rodado. Perguntei se estava de saída, ela respondeu que não. "O motivo de eu estar vestida assim você vai saber daqui a pouco", disse, ante minha curiosidade. Antes, ela sugeriu que eu tomasse um banho e fosse para o quarto, pois havia uma deliciosa surpresa para mim naquela noite.

 

Nossa cama estava arumada em um tom bastante sexy, forrada com uma colcha de cetim cor de rosa e sobre ela estava um lindo conjunto de camisola, calcinha e sutiã branco. Não consegui conter meu contentamento, mas logo fiquei confuso e até assustado. "Você se lembra daquele dia em que deflorou o meu cu e eu lhe disse que iria pagar com a mesma moeda? Pois é, agora chegou a sua vez! É a vez de você, liberal como é no sexo, exercitar seu lado feminino para que eu possa também mostrar o meu lado masculino. Vou te transformar em uma linda mulher... uma linda puta", disparou, sem que eu pudesse sequer defender-me ou contra-argumentar.

 

Letícia tomou rapidamente a iniciativa de transformar-me numa mulher. Colocou-me seios postiços, uma peruca, maquiou e vestiu-me sedutoramente com as peças compradas especialmente para mim e esparramadas sobre a cama.

 

Terminado o trabalho, ela pediu que eu ficasse de quatro. "Não é uma vingança, quero que você sinta pelo menos um pouco melhor como é prazeroso também ser mulher", disse. Letícia acariciou primeiramente minha bunda e depois massageou o cuzinho com toques de dedo. Eu estava gostando daqueles carinhos quando ela passou a lambê-lo com a língua. Minha excitação foi às nuvens, embora me sentisse ainda um pouco tenso.

 

Letícia não deixou por menos e aproveitou para dar o troco. "Vamos, minha putinha, relaxe, você vai adorar. A dor é apenas no começo, depois é só prazer", disse repetindo minhas palavras quando lhe comi o traseiro pela primeira vez.

 

Ora, se era assim, questão de honra mesmo era encarar o desafio. Colocar-me na condição de mulher, naquele momento, era também mostrar que eu era macho o suficiente para encarar um desafio daqueles. Eu não lhe respondi nada. Procurei apenas relaxar, sentindo cada vez mais a pressão dos dedos no rabo. Primeiro foi a invasão de um, depois de dois dedos e, estranhamente, passei a sentir prazer com a penetração.

 

Ao notar que eu estava gostando e que estava bem relaxado, ela levantou o vestido e foi aí que vi o que me aguardava. Letícia estava com uma calcinha de couro na qual estava preso um enorme cacete, maior do que o meu, com o qual passou a roçar e cutucar o meu ânus. A sensação de ser mulher de minha mulher, me agradava, me dava prazer. Senti-me submisso, obediente e indefeso, pronto para levar aquela tora na bunda.

 

Letícia forçou a entrada daquela vigorosa chapeleta em meu rabo, sem dó nem piedade. A pressão foi firme embora lenta, no início, mas depois seguiu com determinação, até que o falo artificial desaparecesse dentro de mim. Resisti em soltar gritos ou gemidos de dor, ainda que o sofrimento tenha sido intenso nos primeiros momentos de penetração. A sensação era de que a ferramenta de plástico queimava meu traseiro e arrancava minhas pregas.

 

Com o consolo fincado no meu cu e manipulado com uma das mãos, com a outra minha esposa passou a tocar uma deliciosa punheta para mim. Foi o suficiente para que eu soltasse totalmente meu lado feminino e aí, foi só prazer. Gozei feito louco, aos berros.

 

Para chegar a plenitude daquela inversão de papéis, em que fui mulher de minha mulher e ela meu macho, no fim da semana seguinte lavei, cozinhei e dei o cu novamente para Letícia, tudo com muito prazer e amor, pois só permiti que ela me transformasse em sua mulherzinha porque eu a amo demais e para compensar o estrago que fiz primeiro no cuzinho dela.

 

 

terça-feira, 15 de março de 2011

Historinhas 007

 

 

 

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segunda-feira, 14 de março de 2011

Esposa Para Um, Puta Para o Outro

Autor: Pauline Philip{EC}

 

Com certeza, esta não era a vida que Rute sonhava.

Ela era uma mulher bonita que se casou muito cedo, com um homem tradicional. Destes para quem a mulher é digna de muito respeito, quase uma santa. Você não desrespeita uma santa, por isso, Rute servia no máximo, para ser comida num clássico papai e mamãe visto que um casal tem que “copular” para ter filhos. Nem precisava tirar toda roupa.

Como um homem tradicional, Antonio sempre entendeu que aos homens tudo era permitido, aliás, gostava muito daquele antigo ditado que dizia “em homem nada pega”.

Isso fazia dele um mulherengo de mão cheia. Na verdade, ele era bem devasso nos bordeis e nas casas de tolerância que freqüentava.

Enquanto isso, Rute cumpria seu papel de dona de casa. Lavava, passava, arrumava, pregava botões, enfim, uma perfeita rainha do lar. Todas as vezes que seu marido chegava da rua, ia cheirar suas roupas, procurar marcas de batom ou algum bilhetinho esquecido.

Uma vez, quando conferia as roupas do marido, sentiu cheiro de perfume barato. Chorou o dia inteiro por causa disso e quando pensou que podia tirar satisfações, levou uma surra inesquecível.

Enquanto batia, Antonio lhe perguntava se faltava alguma coisa para ela em casa. Não tinha roupas, não tinha comida, não podia passear com sua mãe? O que mais ela queria? Será que ela queria ser tratada como uma vadia? Como uma sem vergonha qualquer?

Taí pensou Rute. Como será que ele trata as vadias que encontra?

Já sabia o que fazer. Ia pagar um detetive para seguir seu marido e descobrir os lugares que ela freqüentava e como ele tratava as mulheres com quem ele se relacionava.

O que mais se encontra numa cidade grande, são agências de detetive, mas Rute queria algo mais discreto, um detetive particular. Foi fácil encontrar Fernando, considerado um detetive responsável, sigiloso enfim, um excelente profissional.

Marcou uma consulta em seu escritório numa terça feira, ás nove horas da manhã. Neste dia, vestiu-se com simplicidade como sempre fazia, e foi ter como Fernando como tinham combinado.

Dois meses depois, já tinha um relatório interessante das atividades de Antonio. Fernando conseguiu saber até o que ele mais gostava de fazer na cama nas suas saídas extraconjugais. Ele saia sempre com a mesma mulher com a qual gostava de apanhar de chicote e às vezes, fazia inversão.

Ela já sabia o que fazer. Tinha que surpreendê-lo. Lembrou-se de uma vez em que uma amiga, confidenciou-lhe que procurou uma certa Madame Lia que lhe dera bons conselhos sobre como segurar seu marido.

Rute não a conhecia pessoalmente, mas sabendo de suas habilidades achou que valia a pena, afinal, seu casamento corria risco não de acabar, pois a situação era cômoda para Antonio, mas de mante-la insatisfeita para o resto de sua vida. Era exatamente assim que se sentia. Na necessidade de salvar sua sexualidade.

Ela corria o sério risco de nunca ter um orgasmo. Pensando assim, marcou uma entrevista. Ela estava disposta a tudo para reverter àquela situação.

Quando chegou ao casarão, percebeu que era uma casa de shows sadomasoquistas. Madame Lia a recebeu com simpatia. Conversaram durante algum tempo e lá expôs seus problemas, seus medos e a necessidade de mudanças. Madame Lia mostrou sua incompetência em suprir as necessidades do marido.

Daquele dia em diante, ela passou a ir ao casarão todas as tardes para aprender a usar o chicote de forma correta, a conhecer todas as formas de sadomasoquismo, a fazer inversão de papeis usando aquela cinta que ela vira na internet e achou tão engraçada, pois ela tinha um pinto acoplado que permitia brincar de varias formas.

Todas as vezes que ia ao casarão de Madame Lia, usava sempre um lenço que escondia boa parte do seu rosto e uma máscara que praticamente tampava o pouco que restava. Aos poucos, Rute começou a se apaixonar por tudo aquilo. Não perdia uma só aula. Esmerava-se em aprender tudo. Em pouco tempo, começou a interagir com as outras pessoas que freqüentavam a casa.

Agora ela queria mais. Queria atuar juntos com os artistas aos sábados quando os shows aconteciam. Mas como fazer? Em acordo com sua irmã, inventou para seu marido que a mesma precisava de companhia, pois seu cunhado viajava todos os finais de semana e ela temia ficar sozinha em casa, depois que foram vítimas de roubo.

Antonio achou fantástico. Era a chance que ele precisava para passar as noites de sábado fora de casa. Como a irmã de Rute morava numa cidade vizinha, ele a aconselhou que não voltasse para casa de carro logo de manhã, pois era o horário de pico e poderia ser perigoso. Ela poderia correr risco desnecessário. Ela achou sensacional. Daquela semana em diante, o casarão passou a ter entre as suas atrações “A incrível mulher mascarada”.

Rute que gostava tanto de dominar como de ser dominada, alternava em chicotear e ser chicoteada. Quando assumia o papel de domme, utilizava com maestria o chicote arrancando aplausos do público. Quando assumia o papel de submissa, dava prazer enorme ao seu senhor, prendendo seu pau na xana. Depois, alternava entre prender e soltar, arrancando altos gemidos.

Às vezes, leiloava-se uma escrava para uma sessão em público. Os clientes ficavam enlouquecidos, pois todos eram muito bonitos. Um dia, quando fazia o seu numero com o chicote, Rute viu assustada, seu marido no meio da platéia. Lembrou-se, contudo que ele jamais a reconheceria até porque ele mal conhecia seu corpo.

Antonio não tirava os olhos dela. Parecia hipnotizado com aquela mulher de corpo escultural que fustigava o escravo com seu chicote. Não teve dúvida, foi conhecê-la no camarim.

Quando se aproximou daquela deusa mascarada, depositou aos seus pés um ramo de flores e um pedido para conhece - lá mais intimamente fora daquele lugar. Rute riu intimamente do que estava acontecendo ali, mas topou encontrá-lo num apartamento que ele alugaria. Ficou definido que nestas oportunidades, ela seria sua domme, pois ele gostava de ser dominado e principalmente já se submetia a sessões de spanking.

Na semana seguinte, lá estava ele com a chave do apartamento na mão. Emocionado, entregou para ela a chave e o endereço do local onde ele seria feliz. Ficou combinado que ele chegaria sempre primeiro. Ela queria o local bem arrumado. Ele traria sempre flores e um bom vinho. Deveria esperá-la sempre no quarto. Ficaria ajoelhado ao lado da cama e sobre a mesma deveria estar o chicote, a cinta com o pênis, as velas, as cordas, enfim, todo o material necessário para uma maravilhosa sessão.

Quando Rute chegou ao apartamento, percebeu pelo perfume que pairava no ar que as flores escolhidas eram rosa. Entrou no banheiro, colocou sua roupa feita especialmente para esta sessão. Era um macacão todo em couro com inúmeros zíperes que o abria de varias formas. Na cabeça, o lenço que cobria quase todo seu rosto e para completar, a mascara que a tornara famosa no casarão.

Quando entrou no quarto e o viu nu, ajoelhado aos pés da cama, pensou na oportunidade de vingar-se das inúmeras vezes que foi humilhada ou deixada de lado por ele. Dos orgasmos que ela não teve durante todo tempo que estavam juntos. Lembrou-se, contudo de uma das lições que aprendera no casarão. Não se faz uma sessão com a alma pesada, com espírito de vingança ou para desabafar. Qualquer dominador que começar uma sessão com qualquer um destes sentimentos dificilmente dará ao seu escravo aquilo que ele veio buscar. A função de uma sessão é dar para o outro, aquilo que ele não pode conseguir lá fora.

Era isso que ela faria. Daria prazer e obteria prazer na mesma proporção. Respirou fundo e caminhou em direção a ele.

A primeira coisa que fez, foi colocar uma venda nos seus olhos. Depois, amarrou suas mãos e seus pés e prendeu numa argola estrategicamente colocada no quarto. Em seguida, pegou o chicote e começou a chicotear suas nádegas. Primeiro de leve, mas aos poucos, as chicotadas foram aumentando de intensidade arrancando de Antonio os primeiros gemidos de dor.

Quando perguntou quantos anos ele tinha procurando mudar a voz, por um momento pensou que ele fosse reconhecê-la, mas isso não aconteceu. Trinta e oito anos disse ele. Neste caso, vamos começar com 38 chicotadas. Como eu já dei 25, faltam ainda 13. Dizendo isso, aplicou as chicotadas que faltavam deixando sua bunda muito vermelha.

Depois, foi até ele, tirou as cordas e mandou que mesmo vendado, a despisse. Com a ajuda de Rute que conduzia as suas mãos em direção aos zíperes, ele foi despindo-a. Depois, ela esfregou seu corpo no corpo dele insinuando-se de forma selvagem.

Mesmo dolorido Antonio quis abraçar aquela mulher que ele desejou tão intensamente nas apresentações do casarão. Seu pau estava endurecido provando que spanking era uma das praticas que mais lhe dava prazer. Ele queria aquele corpo, mas ela disse:

 

Primeiro eu como você. Venha, suba na cama e fique de quatro deixando as pernas para fora da cama.

Antonio obedeceu. Rute colocou a cinta, depois colocou uma generosa porção de ky no cu de Antonio e mandou que ele relaxasse. Em seguida ela o enrabou chamando-o de putinha gostosa. Mandou que ele rebolasse a bunda como só uma putinha vadia sabia fazer. Ele rebolava e gemia e ela enfia mais o pinto de borracha. Enquanto isso, uma das suas mãos, ia batendo uma punheta no seu pau que mais parecia pedra. Rebolando e gemendo, Antonio gozou como ela nunca o viu fazer.

Rute quase não conseguia mais controlar o tesão. Por isso, ajoelhou sobre a sua cabeça e mandou que ele chupasse sua xoxota completamente molhada.

Ele se deliciou fazendo isso. Sua língua subia e descia naquela boceta carnuda. De vez em quando, mordia levemente os grandes lábios arrancando-lhe gemidos de prazer. Ele ficava feliz quando ouvia seus gemidos, pois sabia que estava gostando. Foi com alegria que recebeu o gozo de sua dona na boca.

Quando pensou que ia montar naquela fêmea, a sessão terminou.

Ela deu-lhe um beijinho na boca e disse: Na semana que vem, continuamos. Agora agradeça o prazer que sentiu hoje.

Ele levantou-se da cama, beijou-lhe os pés e agradeceu a oportunidade de ter chegado ao paraíso. Ela então lhe disse:

Vou sair dentro de 15 minutos. Você fica aqui até eu ligar para o seu celular. Quando isso acontecer, você tira a venda. Se não fizer como eu estou mandando, não haverá outro dia.

Antonio fez como ela mandara. Foi embora naquela tarde muito feliz, pensando numa boa desculpa para dar para sua esposa, justificando sua dificuldade quando tivesse que sentar-se à mesa. Ele não iria mais para o escritório nesta tarde e agradecia aos céus saber que Rute naquele horário, estava no dentista.

No sábado, lá estava ele no casarão. Olhava para ela como se estivesse olhando para uma deusa. Como queria essa mulher.

Quando terminou o show da noite em que ela chupou gostosamente seu par que representava naquele momento o seu dominador, Antonio sentiu seu pau duro. Como queria ser aquele homem que tinha o pau totalmente engolido por aquela mulher! Como na semana anterior, foi ao seu camarim oferecer-lhe flores e saber se precisava levar algo diferente na próxima quarta feira. Ela notou o volume em sua calça e falou baixinho: Vi que você ficou com tesão. Logo chega a sua vez.

Como a semana custou a passar.

Durante varias semanas eles se encontraram sem que o que ele mais queria acontecesse. Ter o seu pau chupado por aquela mulher. Antonio não agüentava de ansiedade. Ser chupado daquela forma faria com que ele enlouquecesse de tesão.

Procurava por Rute na cama poucas vezes. Era rápido e objetivo sempre. Não tinha preliminar, só finalmente para acabar mais depressa. Na verdade, não queria que ela percebesse que estava morrendo de tesão, mas não era por ela.

Quando chegava quarta feira, na hora combinada, lá estava ele. Agora, alem do vinho e das flores no vaso, acrescentara no quarto um ramalhete de rosas que iria oferecer para ela na hora da despedida.

Ela entrou no quarto e o encontrou lá. Como das outras vezes, nu a sua espera. Fez como sempre fazia. Colocou-lhe a venda, amarrou seus pés e mãos e começou o ritual do spanking. Hoje, ela resolveu alternar entre o chicote, seu cinto, um chinelo e três rosas com espinhos que ela tirou do ramalhete.

Ele nunca sabia qual era o objeto que ela iria usar. Como ela girava ao redor dele, às vezes ela batia com o chinelo na coxa, bem perto do pau. Ele encolhia assustado com medo que ela desmotivasse seu pau acertando-o com força. Um grito saiu de sua boca quando ela bateu no seu pau com as rosas. A dor não era grande, mas o espinho deixava-o apavorado.

Uma cintada marcou-lhe o peito. Varias chineladas queimaram sua bunda e o chicote mais uma vez, encheu suas pernas e nádegas de marcas avermelhadas. Agora ele estava deitado na cama. Não sabia qual era a melhor posição para ficar.

Rute mandou que ele ficasse com a bunda para cima, pois ele ia ajudá-la a rezar. Ele só entendeu o significado da frase, quando ela enfiou uma vela no seu cu e acendeu. Ele nem se mexia de medo. Ela deixou a vela queimando menos de dez minutos. Depois, virando-o de frente, viu o pavor em seus olhos quando os pingos da vela caiam bem perto do seu pau. Cada vez que ela o tocava, ele dava um pulo assustado.

Depois ela puxou a corda deixando seus pés quase no ar. O que ela fará agora o pensava? Foi até sua bolsa, tirou seu vibrador, e encostou-se à bunda de Antonio que se mostrou assustado. Pegou então um plug, encheu de lubrificante e enfiou devagar no rabo de Antonio. Dez minutos depois, trocou por um plug maior. Fez isso por três vezes, até colocar o vibrador. Antonio gemia de tesão quando sentiu a boca de sua deusa no seu pau. Ela chupava com força e às vezes, o engolia totalmente. Ele gritava de tesão. O vibrador no seu cu dava sensações incríveis e a boca de sua deusa o levava a loucura.

Quando Rute sentiu que ele ia gozar, parou de chupá-lo. Desamarrou suas mãos e pés e o fez deitar na cama.

Em seguida, cavalgou em cima de seu pau arrancando-lhe gritos de prazer. Antonio gozou como um animal. Seu corpo tremia como se tivesse sido acometido de febre. Sua boca entreaberta deixava sair gemidos longos. Quem o visse naquele momento, podia pensar que ele fora vítima de choque elétrico. Era assim mesmo que ele se sentia.

Naquele dia, ela demorou-se mais com ele. Mandou que ele sentasse numa cadeira e o amarrou novamente. Depois, fez questão de tira-lhe a venda. Quando seus olhos se acostumaram com a claridade, assustou com o que viu. Havia fotos suas em todas as paredes do quarto.

Olhou para ela decepcionado, pensando num possível golpe daquela que ele aprendera a adorar. Por quê?

Ela então calmamente, tirou a mascara e depois o lenço que envolvia parte da cabeça e do rosto.

Ele quase desmaiou de susto. Só não caiu naquele momento, porque estava sentado na cadeira. Ela sentou-se à sua frente e disse:

Você viu? Eu gosto das mesmas coisas que você. Durante todo esse tempo, tem me negado prazer. Eu não quero ser santa. Você me vê no altar? Pois eu me vejo de quatro na cama, na cozinha ou em qualquer outro lugar. Eu não vou me quebrar com um spanking. Eu não sou de cristal. Queria lhe mostrar isso. Nunca consegui entender porque você sempre agia comigo daquela forma. Precisei de me disfarçar para ser para você aquilo que sempre quis ser. Uma mulher com uma vontade enorme de lhe fazer feliz. Eu não sou sua empregada, sou sua fêmea, sua puta. Nunca fui tão feliz na minha vida, como fui com você neste quarto durante as vezes que nos encontramos. Eu precisava lhe dizer isto. Como não sabia sua reação ao descobrir quem era a sua deusa, filmei os nossos encontros, fiz algumas fotos que estão prontas para serem colocadas no correio, caso algo aconteça comigo. De agora em diante, a nossa vida está em suas mãos.

Antonio respondeu emocionado:

Nunca tive coragem para te falar do que eu gostava. Fui sempre considerado machão. Como dizer para você que eu gosto de ser enrabado? Que eu pagava para uma mulher me espancar? Tinha medo de perder o seu respeito, por isso a tratava daquela maneira. Se nosso casamento esta em minhas mãos, quero levar para casa, esta puta gostosa que sabe me dar prazer.

Nosso casamento começou agora.

De agora em diante, estamos em lua de mel e vou aproveitar para fazer com você tudo àquilo que eu considerava desrespeito como, por exemplo, comer aquilo que você come em mim tão bem com o vibrador. Ela adorou com aquela decisão.

Agora só tinha um problema.

Continuaria ou não sendo a “mascarada do casarão”?