terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Me abrindo todo

        Comecei a frequentar todos os sábados um barzinho bem aconchegante em minha cidade pois me encontrava muito só e precisando de compania. Na segunda vez que fui, não consegui mesa pois o bar estava lotado. Tive que ficar de pé no balcão, tomando um chopp e observando as mulheres na mesa. Fui surpreendido quando reparei que estava sendo observado por uma mulher. Ela era muito atraente e me fitava com um olhar sedutor. Pedi então ao garçom que lhe servisse um martini por minha conta. O garçom levou o drink a ela que, com um sorriso sensual, sinalizou para que eu me aproximasse. Cheguei ao seu lado e pude sentir seu perfume delicioso. Nos apresentamos e iniciamos um gostoso bate-papo. Alguns drinks e horas depois, ela tocou no assunto "sexo". Ela me disse que possuia um modo peculiar de prazer porém não queria me contar. De tanto insistir ela acabou me revelando que era adepta do sadomasoquismo, sendo uma mulher totalmente dominadora. De início fiquei surpreso pois nunca havia conhecido ninguém praticante e também nunca tinha experimentado uma relação assim, porém por vontade e também por curiosidade eu fiquei cada vez mais interessado naquela mulher. Não me contive por muito tempo e acabei lhe confessando toda a fascinação que estava sentindo por ela. Ela me pediu calma e perguntou-me se gostaria de viver uma experiência diferente, mas que pensasse bem antes para nào me arrepender depois. Pensei por alguns minutos e acabei aceitando. Então ela me disse:
        - Daqui pra frente você será meu escravo...me tratará sempre de Rainha e fará tudo o que eu mandar!
        - Sim Rainha! Respondi prontamente.
        Saímos do barzinho e a Rainha me conduziu até sua casa. Ela ordenou que eu fosse agachado no banco da frente para não ser visto. No caminho ela enfiou sua mão embaixo de minha camiseta e apertou meus mamilos me deixando arrepiado e excitado com a novidade.
        Chegamos em sua casa e ela me ordenou que eu ficasse pelado e de joelhos na sua frente. Rapidamente me despi e ela mandou que eu tirasse seus sapatos e massageasse seus pés, mas que fizesse direito senão seria castigado. Caprichei bastante e minhas mãoes pareciam ter agradado a Rainha que continuava totalmente vestida. Eu estava curioso pois não sabia o que estava por vir... Em seguida ela montou em mim e conduziu-me até seu quarto. Ela dava tapas em minha bunda me fazendo ir mais rápido. Já no quarto ela me deitou na cama e iniciou um exame completo em meu corpo apertando novamente meus mamilos e a cabeça de meu pênis. Depois virou-me de bruços. Passou a mão por minhas costas descendo até minhas nádegas apalpando-as. Perguntei-lhe o que estava fazendo e recebi como resposta vários tapas fortes na bunda e que me calasse pois não tinha autorização para falar. Senti minhas nádegas sendo abertas e seus dedos esfregando meu ânus. Em seguida ela enfiou um dedo em meu cú dizendo:
        - Nossa, que cuzinho apertado meu escravo tem...vou dar um jeito nisso!
        Implorei que ela me poupasse mas ela me adverteu que eu aceitei no inicio e que era tarde demais. Ordenou que eu ficasse de quatro e arreganhasse minha bunda. Fui debruçado sobre umas almofadas grandes e com as mãos e morrendo de medo, abri minha bunda o mais que pude deixando meu cú bem exposto. Ela vestiu um calcinha com consolo lambuzando-o de creme e também meu cú. Encostou a cabeça de seu pau de borracha em minha bunda e me enrabou violentamente.
        - Isso, meu escravo, vou alargar seu cú !! É isso que vc merece por falar sem minha permissão...
        No início o consolo entrou ardendo em meu rabo, depois fui ficando mais excitado, parecia que estava sendo dividido ao meio. Eu estava adorandoser subjugado por aquela mulher poderosa. Ela fodia sem dó meu cú e dizia coisas absenas.
        - Tá gostando de dar o cú seu escravo viado? Meter é bom, né? Só que dar é melhor ainda, não é, sua puta, vagabunda!! Geme na pica da sua Rainha, geme!!
        Eu estava totalmente entregue às vontades daquela mulher e gemia como uma vadia.
        - Vai sua puta, solta essa mulherzinha que existe dentro de você solta! Diz que tá gostando de ser comida, diz!
        – Aiiiii, tô adorando minha Rainha, fode me cú, fode! Estou adorando ser sua mulherzinha obediente. Respondi.
        – Isso, é assim que eu gosto!
        Conforme eu respondia a Rainha ia ficando cada vez mais empolgada.
        – Deita de lado que eu vou te foder de ladinho agora sua putinha safada.
        Ela me colocou de lado, levantou minha perna e encaixou novamente aquela pica de borracha no meu cuzinho, dizendo:
        - Quero que vc toque seu corpo agora enquanto eu te fodo feito uma putinha no cio! Aperta esses peitinhos, belisca eles, mas nada de tocar nesse pinto de viadinho, deixa ele mole, se endurecer vc vai apanhar bastante.
        Com medo de apanhar mais, evitei passar a mão em meu pênis porém massageava todo o meu corpo e beliscava meus proprios mamilos conforme as ordens da Rainha. Depois de um tempo me fodendo de ladinho, a Rainha resolveu mudar de posição pois havia ficado um pouco cansada. Deitou-se de costas na cama, mas antes trocou o consolo por outro duas vezes mais grosso dizendo:
        – Agora que já abri seu cú um pouco, quero que vc faça esse pau preto desaparecer inteirinho dentro desse seu rabinho.
        Não pudia fazer nada senão atender as suas ordens. Passei bastante creme naquele consolo imenso e mais uma boa quantidade de creme no meu cú. Encaixei a ponta grossa na entrada da meu ânus e fui descendo...com muito esforço consegui que a cabeça entrasse. Minhas pernas se enfraqueceram de tanta dor porém ao olhar atento da rainha fui descendo aos poucos. Quando já tinha metade daquele mastro enterrado no meu rabo, pensei que não iria conseguir e quase desisti, porém com os incentivos que recebia da Rainha (tapas, xingos e ordens) fui introduzindo o que faltava forçando meu corpo para baixo. Estava ardendo muito e eu suava frio na testa. Depois de uns dez minutos senti minha bunda encostar nos bagos daquele consolo negro. Consegui, nem estava acreditando... Mas a brincadeira não acabara por ai, assim que consegui meter aquele consolo todo dentro de mim a Rainha me disse:
        - Agora sua puta vai subindo e descendo na minha vara lentamente...
        Lentamente ia subindo e descendo fazendo o consolo desaparecer todinho dentro de mim, aos poucos fui aumentando o ritmo e quando percebi ja estava cavalgando forte sobre aquela tora deliciosa de minha Rainha.
        – Isso, puta, cavalga gostoso, vai toca esses peitos e faz tua Rainha gozar!
        Levei minhas mãos até meus peitos e molhando meus dedos na boca, beliscava meus mamilos deixando a Rainha cada vez mais excitada...Ela enfiou sua mão por baixo de sua calcinha de couro e começou a se masturbar enquanto admirava a cena de seu escravo subindo e descendo naquela enorma vara de borracha. Em poucos instantes a Rainha gozou me xingando de tudo o que era nome.
        – Continua a cavalgar na minha pica sua safada, não para não!
        Mesmo depois dela ter gozado eu continuava a cavalga-la. Depois de um tempo ela autorizou que eu me masturbasse porém que continuasse a cavalgar em seu consolo. Apalpei meu pinto que estava bem mole. Acho que por causa daquele pau entrando e saindo dentro de mim, eu não conseguia manter meu pênis duro, mesmo assim continuei a me masturbar com a ponta dos dedos e cavalgando naquele consolo. Depois de um tempo, os carinhos começaram a surtir efeito e a sensação daquele consolo delicioso entrando e saindo de dentro de mim mais minha mão tocando meu penis levemente endurecido me proporcionaram um orgasmo alucinante. Lembro que gritei bastante enquanto eu jorrava um pouco de sêmen sobre minha barriga.
        Nem preciso dizer que foi difícil sentar por alguns dias após minha primeira experiência, porém ainda sirvo fielmente minha Rainha que gosta de me possuir de diversar formas possíveis, gozando muito enquanto observa seu escravo suando frio com uma enorme pica de borracha no rabo.


        anônimo

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