sábado, 5 de dezembro de 2009

Esposas dominantes transforma seus submissos maridos em escravos travestis

        Há vinte anos atrás quando eu me casei, eu era uma típica dona de casa. Meu marido, Don, trabalhava em uma fábrica local, enquanto eu cuidava da casa. Em pouco tempo, nós tivemos três filhos, e meus dias foram preenchidos com compras, cozinha, limpeza e cuidados com as crianças.
        Hoje, entretanto, as coisas são completamente diferentes. Eu tenho um trabalho compensador e bem pago sendo co-proprietária de uma agencia de turismo para mulheres, mas o que é mais importante, agora quem usa as calças na família sou eu enquanto Don, literalmente usa as calcinhas! Meus dias de tarefas domésticas acabaram. Na verdade agora é Don quem permanece em casa e faz o trabalho domestico. Realmente, eu devo dizer que é "Donna",  e não Don, que permanece em casa. Porque por quase 10 anos meu marido tem sido forçado a viver como minha feminizada  empregada she-male.
        Minha transformação de dona de casa à mulher dominadora, e Don, do marido tradicional ao she-male subserviente, começou quando um novo casal, Karen e Andy, mudou-se para a casa ao nosso lado. Eu tornei-me muito amiga de Karen. Ela incitava-me a ser mais assertiva e exigente em meu relacionamento com Don, e para arranjar um emprego. Expressava também, muitas vezes, sua opinião de que as mulheres são superiores aos homens e que deveríamos ser nós a estar no poder, e não eles. Um dia, eu desafiei Karen a mostrar-me que não era só papo furado o que me dizia. Ela convidou-me  então a visitá-la naquela noite. O que eu vi foi além de qualquer coisa que eu tinha imaginado previamente. Eu pensei que Karen iria me mostrar que ela e seu marido, Andy, compartilhavam igualmente as decisões da família e as tarefas de casa. Ao invés disso, eu vi que ela dominava Andy completamente. Eu fui recebida à porta por Andy, que me acompanhou até a sala onde Karen estava esperando. Enquanto eu me sentava, Karen instruiu Andy a nos trazer uma bebida, e enquanto ele foi, Karen explicou que Andy era realmente seu escravo. Ele foi adestrado para obedecer cada comando seu.
        "Não há nada que Andy não fará uma vez que eu o instrua", Karen se vangloriou. "Ele até saltaria de um penhasco se eu lhe dissesse para o fazer".
        Durante o resto da noite, Karen provou seu ponto de vista porque mandou Andy obedecer cada comando seu. Karen ordenou a Andy que lambesse a sola de meus sapatos, o que ele sequer hesitou em fazer. Ele também prestou "serviços orais" em minha vagina, apesar do fato de eu estar em meu período. Eu soube que Andy executava o cunnilingus em Karen toda noite, mas nunca lhe era permitido nenhum tipo de intercurso sexual com ela. Ao invés disso, o único alivio sexual de Andy ocorria somente quando Karen lhe permitia masturbar-se para seu divertimento. E quando eu perguntei se ela não sentia falta de sexo, Karen riu e disse que ela tinha muitas boas trepadas, mas com outros homens. Na verdade, ela disse que se encontrava com outros homens freqüentemente e fazia sexo com eles na frente de Andy, cujo trabalho era chupar sua buceta até limpa-la do gozo de seus amantes. Explicou também que usava uma variedade de punições dolorosas e humilhantes para manter Andy na linha, incluindo espancar sua bunda e seu pinto, apricar-lhe enemas, fazer-lhe ficar em posições incômodas e forçando-o a se vestir com lingerie e roupas femininas.
        Naquela mesma noite, Karen fez Andy vestir-se com roupas femininas da cabeça aos pés. Ele usou meia-calça, uma cinta-liga, calcinha cor-de-rosa, um sutiã branco acolchoado, uma blusinha azul toda cheia de babados e uma saia azul marinho no comprimento dos joelhos. Usou  também uma longa peruca loura, e maquiou-se com batom, sombra e eyeliner. Eu fiquei surpresa em como Andy estava convincente como uma fêmea, e mencionei que eu nunca suporia que "ela" era "ele". Karen disse que regularmente Andy saia em público vestido como uma mulher. Mesmo no trabalho, foi instruído a usar calcinhas, meias e uma cinta-liga por baixo de suas roupas de homem, e dormia sempre de calcinhas, com um sutiã acolchoado e uma camisola. Mais tarde, Karen disse a Andy para remover suas calcinhas e ficar na frente dela com sua saia levantada. Embora Andy estivesse obviamente bastante embarassado, fez como foi pedido. Karen então afixou um arreio de couro nas bolas de Andy, atrelou uma corrente de cachorro ao arreio e puxou-o pelas bolas como se fosse seu animalzinho de estimação. Ela desfilou com Andy em torno do quarto para meu divertimento.
        Muito embora eu tenha ficado chocada com o que eu tinha visto e ouvido naquela noite, eu era também invejosa da posição de Karen de dominação sobre seu marido. Quando eu mencionei isto a Karen no dia seguinte, ela ofereceu-se para ajudar-me a dominar Don. E quando eu expressei minha dúvida que isto poderia ser feito, Karen rindo, disse que  seria fácil. "Homens", ela disse, "são como cavalos, uma vez que você quebra seu espírito, eles farão o que quer que você queira. Todos os homens são na realidade menininhos submissos por dentro, e não importa o quanto eles protestem por fora, eles ficam muito mais felizes quando estão servindo uma fêmea dominante".
        Na noite seguinte, Karen convidou Don para ir a sua casa ajudar-lhe com algumas tarefas. Então, sob o pretexto de seduzi-lo, ela despiu-o, prendeu-o com correias, acorrentou suas bolas e sujeitou-o a uma série de punições físicas e psicológicas. Quando eu cheguei algumas horas mais tarde, a bunda e o pinto de Don estavam vermelhos de tanto serem espancados, e ele estava obviamente em um estado de confusão e aflição. Mas exatamente como Karen havia dito que aconteceria, o espírito de Don tinha sido quebrado, e ele já adotava uma atitude submissa. Antes que eu tivesse chegado, Karen instruiu-o em como deveria me receber. De modo que logo que Don pôs seus olhos em mim, ele colocou-se de quatro no chão, rastejou até mim, beijou meus dedos do pé e prometeu sempre ser meu escravo devotado. Como Karen e eu tínhamos planejado, a primeira coisa que eu fiz foi ordenar Don a deitar-se de costas no chão. Karen e eu então nos revezamos batendo uma punheta nele. Nós queríamos que seu pinto soltasse uma grande descarga de sêmen, de forma que, repetidamente o trazíamos  perto do orgasmo e então parávamos, por um minuto de afaga-lo, para impedir o gozo. Don implorou-nos para permitir que gozasse, mas nós não o deixamos, ao menos ainda. Nós pegamos então uma corrente, fios e algumas cintas e o prendemos numa posição dobrada de modo que seu pinto gotejante fosse apontado diretamente em sua cara, somente uma ou duas polegadas distante. Don tentou dramaticamente girar sua cabeça para o lado, mas não pôde por causa das amarras e das cintas. Karen e eu começamos então febrilmente a punhetar seu membro pulsante, e numa questão de minutos, ele vomitou uma enorme quantidade de seu suco leitoso de homem, que cobriu completamente sua cara, garganta e peitos Bom, desse momento em diante Don tem sido meu escravo completo e total. Não demorou muito para que Karen e eu entrássemos no negócio de agência de excursões para mulheres, conseguindo tal sucesso, que nós forçamos nossos maridos a largarem seus trabalhos, e a viver como nossas empregadas domésticas em tempo integral. Renunciando a suas identidades Don transformou-se em Donna, e Andy transformou-se em Andriana. Karen e eu temos forçado Donna e Andriana a tomar hormônios femininos, e depois de alguns meses de administração do tratamento de hormônios a meu marido, eu comecei a observar o amaciar definitivo de sua pele, bem como o começo da feminização definitiva de sua figura. Eu observei também um efeito dos hormônios nos sentimentos de Donna. Em muitas maneiras sutis, Donna sente-se a cada dia mais e mais como uma mulher real. Toma mais cuidado com sua aparência, tornou-se mais instável emocionalmente, mais feminina na maneira que anda e em seus maneirismos, e responde mesmo mais positivamente aos olhares de admiração dos homens. O que no inicio era uma fonte de embaraço considerável.
        Assim agora, Donna é meu escravo feminizado, o meu She-male. Logo após sua feminização, nós nos mudamos para uma cidade nova com Karen e Andriana. De modo que hoje, não há ninguém que saiba que minha empregada doméstica é realmente meu marido. Donna é realmente bastante atraente e pode se passar facilmente como uma fêmea mesmo quando usa um pequeno maio de banho. Quemais poderia eu desejar em um marido?


        Melinda, Michigan
              Nugget
              ExoticErotica
              April 1998
              Pages 21-23

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